terça-feira, 23 de abril de 2013

Simbologia de São Jorge


Hoje é dia de São Jorge, em alguns lugares é feriado (aqui no estado do RJ é feriado estadual).  

Segundo algumas tradições, São Jorge como pessoa, nunca existiu, é apenas um simbolo (simbolismo - simbologia).

Neste simbolismo o dragão representa o "DRAGÃO DO UMBRAL" de cada um (ou seja, toda a negatividade que uma pessoa criou, todos os "pecados" que a pessoa cometeu ao longo de todas as suas existências - personalizado em forma de Dragão"), o cavalo representa o "EU EXTERNO" de cada um (também conhecido por EGO), onde cada pata do cavalo representa um plano: Físico, Etérico, Astral e Mental Inferior).

Já São Jorge, propriamente dito, nunca foi uma pessoa, mas um simbolo, ele representa o "EU VERDADEIRO", a monada, o espirito, o ser que comanda você. Formado pelo Mental Superior, o plano Budico (intuição) e Atman

É provável que você não encontre na rede o que foi falado aqui, pois foi um conhecimento passado de forma esotérica (boca a ouvido). Mas abaixo um texto muito interessante que fala de forma diferente que esta, mas igualmente valida. 

Decifrando a simbologia São Jorge e o dragão, os dois lados do ser humano

Salve Jorge!


segunda-feira, 22 de abril de 2013

Rondo Alla Turca - Mozart


Eis aqui as melhores versões  (na minha opinião é claro) desta musica 
magnificaRondo Alla Turca de Mozart.  

Joannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus Mozart (Wolfgang Amadeus Mozart) nasceu e morreu na Austria  (Salzburgo, 27 de janeiro de 1756 – Viena, 5 de dezembro de 1791). Foi um grande compositor de musica erudita, muitos afirmam que ele foi ligado a ordem Rosacruz Amorc e a também a Maçonaria. Alguns espiritualistas afirmam que seu espirito é originario do planeta Jupiter (???)... O certo  que Mozart foi um talento inigualável. 

No final da postagem um video pequeno sobre a vida de Mozart. 


Rondo Alla Turca 
Los Desperados

Rondo Alla Turca 
William Kanengiser

Rondo Alla Turca 
Charlie Parra

Rondo Alla Turca 
 Aleksey Igudesman and Hyung-ki Joo


Rondo Alla Turca 
Aaron Kurz 

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Mais Mozart:
Fraternidade Rosacruz: Fraternidade Rosacruz: Mozart
Espirito.org: Espirito.Org: Mozart

Wolfgang Amadeus Mozart 
Sua História e o Período Clássico

Mozart vs Salieri
Trecho do Filme "Amadeus"




domingo, 21 de abril de 2013

O Plano Astral - Elementais Artificiais - Dia da Eubiose


Como estive ausente por alguns dias e muito foi acumulado, então nesta postagem fiz um apanhado dos programas mais interessantes deste mês. 


1. PROGRAMA CAMINHOS DA CONSCIÊNCIA:


20/04/2013
 Caminhos da Consciência
Nilton Schutz falando sobre a realidade da dimensão do que representa a consciência astral.

 13/04/2013
 Caminhos da Consciência
Nilton Schutz falando sobre celibato, temperamentos humanos e iniciação.



2. PROGRAMA VIDA INTELIGENTE:

11/04/2013
Vida Inteligente
 

28/03/2013
Vida Inteligente
  

O que são Elementais Artificiais?
Por: Eustáquio Patounas

São entidades do mundo astral criadas pelo próprio homem através de seus pensamentos. Elas podem ser boas ou mas, dependendo do seu criador, podem ser temporárias ou permanentes, dependendo da persistência com que se pensou, podem ser com maior ou menor independência, dependendo da quantidade de energia empregada. Esses elementais tendem a ficar com seu criador, provocando nele a repetição do pensamento e como flutuam no aura do seu criador passam a constituir seus hábitos de pensar e de provocar-lhes recalques, idéias fixas, complexos, neuroses e psicoses for de natureza má. Quando muitos pensam uma só coisa criam-se, formam-se elementais coletivos que são os sentimentos nacionais de um povo, sua religiosidade. Assim foram criados os falsos deuses, santos, profetas, falsas igrejas, chegando mesmo a se projetarem fisicamente, a ponto de serem vistas por diversas pessoas. Vemos dessa maneira como é poderoso o pensamento de um ser vivo, que está de posse de seus três veículos, pois é só dessa maneira que se pode criar. Um alerta para os que se dedicam ao estudo esotérico. Como lidar com eles? Como sublima-los? O que são elementais entrelaçados? Jorge Antonio Oro é nosso convidado.



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Dia Estadual da Eubiose em Santa Catarina
10 de Agosto


Foi instituído o dia estadual da Eubiose em Santa Catariana, dia 10 de Agosto.
Este mesmo feito já havia sido realizado no Mato Grosso no ano passado. 


Projeto de Lei - Projeto Original
Número: PL./0306.5/2012
Transformação de Proposições: PL./0306.5/2012
Proponente: Legislativo
Autor: Gilmar Knaesel
Data Entrada: 09/10/2012
Regime: ORDINÁRIO
Ementa Institui o Dia Estadual da Eubiose no Estado de Santa Catarina.


Proposição
27/03/2013 - Coordenadoria de Expediente Votação da Redação Final.
27/03/2013 - Coordenadoria de Expediente Aprovada a Redação Final na 21ª Sessão Ordinária - Providencie-se.
03/04/2013 Coordenadoria de Expediente Autógrafo expedido ao Governador do Estado para a Sanção, através do Of.081/13.
15/04/2013 Coordenadoria de Expediente Transformado na Lei n. 15.985, de 09/04/13.
15/04/2013 Coordenadoria de Expediente Diário Oficial n. 19.552, de 11/04/13.

Site da Assembleia Legislativa: Alesc - Dia da Eubiose






quarta-feira, 3 de abril de 2013

Os Livros Malditos (Jacques Bergier) - Download PDF




Vasculhando a internet me deparei com um blog de download de livros. Li um resumo sobre o livro "Os Livros Malditos, de Jacques Bergier" e me interessei pelo assunto. Como não sou adepto a leitura virtual de livros, então ja vasculhei os sebos virtuais e consegui achar o livro físico  fiz a compra e aguardo a chegada do mesmo. Mas deixo aqui o link pra quem se interessar.


Os Livros Malditos, de Jacques Bergier
Por: Alberto
Originalmente postado em: Só Livros para Download


SÁBADO, 13 DE OUTUBRO DE 2007

PRÓLOGO – OS HOMENS DE PRETO
Parece fantástico imaginar que existe uma Santa Aliança contra o saber, uma organização para fazer desaparecer certos segredos. Entretanto, tal hipótese não é mais fantástica do que a da grande conspiração nazista. É que, somente agora, nos apercebemos até que ponto era perfeita a Ordem Negra, até que ponto seus filiados eram numerosos em todos os países do mundo, e até que ponto essa conspiração estava próxima do êxito.

É por isso que não podemos rejeitar, a priori, a hipótese de uma conspiração mais antiga.
O tema do livro maldito, que tem sido sistematicamente destruído ao longo da história, serviu de inspiração a muitos romancistas, H. P. Lovecraft, Sax Rohmer, Edgar Wallace. Entretanto, esse tema não é somente literário. Essa destruição sistemática existe em tal amplidão, que se pode perguntar se não é uma conspiração permanente que visa impedir o saber humano de desenvolver-se mais depressa. Coleridge estava persuadido que uma tal conspiração existira e chamava seus membros de “persons from Porlock”. Esse nome lhe recordava a visita de um personagem vindo da cidade de Porlock e que o impedia de realizar um trabalho muito importante que iniciara.

Encontram-se traços dessa conspiração, tanto na história da China ou da Índia, quanto na do Ocidente. Dessa forma, pareceu-nos necessário reunir toda informação possível sobre certos livros malditos e sobre seus adversários.

Alguns exemplos precisos de livros malditos antes de tudo. Em 1885, o escritor Saint-Yves d’Alveydre recebeu uma ordem, sob pena de morte, de destruir sua última obra: “Missão da Índia na Europa e Missão da Europa na Ásia. A questão dos Mahatmas e sua solução”.

Saint-Yves d’Alveydre obedeceu a essa ordem. Entretanto, um exemplar escapou da destruição e, a partir desse exemplar único, o editor Dorbon voltou a imprimir a obra, com tiragem limitada, em 1909. ora, em 1940, desde a sua entrada em França e em Paris, os alemães destruíram todos os exemplares dessa edição que puderam encontrar. É duvidoso que reste algum.

Em 1897, os herdeiros do escritor Stanislas de Guaita receberam ordem, sob pena de morte, de destruir quatro manuscritos inéditos do autor que versavam sobre magia negra, assim como todo seu arquivo. A ordem foi executada e não mais existem tais manuscritos.
Em 1933, os nazistas queimaram na Alemanha uma infinidade de exemplares do livro sobre os Rosa-Cruzes, “Die Rosenckreuzer, Zur Geschichte einer Reformation”.

Uma edição desse livro reapareceu em 1970, mas nada prova que realmente seja conforme o original. 
Poderia multiplicar tais exemplos, mas podemos encontrar um número suficiente no curso desse livro.
Quem são os adversários desses livros malditos? Suponhamos a existência de um grupo ao qual chamarei “Homens de Preto”. A idéia dessa denominação surgiu-me quando comecei a notar, em todas as conferências pró-Planeta e anti-Planeta, um grupo de homens vestidos de preto, de aspecto sinistro, sempre o mesmo. Penso que esses homens vestidos de preto são tão antigos como a civilização: creio que se pode citar entre seus membros o escritor francês Joseph de Maistre e Nicolau II da Rússia.

A meu ver, seu papel é impedir uma difusão mais rápida e mais compreensível do saber, difusão que conduziu à destruição civilizações passadas. Ao mesmo temo que os traços dessas civilizações nos chegam, com eles nos vem, penso eu, uma tradição cujo princípio consiste na pretensão de que o saber pode ser terrivelmente perigoso. Os técnicos na conservação da magia e da alquimia juntam-se, ao que parece, a esse ponto de vista.

Pode-se constatar, também, que a ciência moderna admite, hoje, que se torna por vezes muito perigosa. Michel Magat, professor no Colégio de França, declarou recentemente numa obra coletiva sobre os armamentos modernos (Flammarion): “Talvez seja necessário admitir que toda ciência é maldita”.

O grande matemático francês ª Grothendieck escreveu no primeiro número do boletim Survivre, a propósito dos possíveis efeitos da ciência: “A fortiori, se evocarmos a possibilidade de desaparição da humanidade nos próximos decênios (três bilhões de homens, três bilhões de anos de evolução biológica...), isto é muito gigantesco para ser concebível, é uma abstração absolutamente nula como conteúdo emotivo, impossível de se levar a sério. Luta-se por aumento de salário, pela liberdade de expressão, contra a seleção para a universidade, contra a burguesia, o alcoolismo, a pena de morte, o câncer, o racismo – a rigor, contra a guerra do Vietnam ou contra qualquer guerra. Mas a aniquilação da vida sobre a Terra? Isto ultrapassa nosso entendimento, é um “irrealizável”. Sente-se quase vergonha de falar disso, sente-se suspeito de procurar efeitos fáceis como recurso a um tema que, no entanto, é o mais antiefeito que podemos encontrar”.

E ainda:
“Hoje que enfrentamos o perigo da extinção de toda a vida sobre a Terra, esse mesmo mecanismo irracional se opõe à realização desse perigo e ás reações de defesa necessárias entre a maior parte de nós, aí compreendidas as elites intelectuais e científicas de todos os países. Pode-se, tão-somente, esperar que ele seja superado por alguns, através de um esforço extenuante e da tomada de consciência de tais mecanismos inibidores.”

Depois deste texto ter sido escrito, recentemente, comecei a perceber nos congressos essa idéia de que as descobertas muito perigosas deviam ser censuradas ou suprimidas. Ao cabo de um ano, na reunião da Associação Inglesa para o Avanço das Ciências, foi citada como exemplo de uma descoberta a ser censurada a possibilidade de as diversas variedades da espécie humana não serem igualmente inteligentes. Os sábios afirmavam que uma tal descoberta encorajaria o racismo em tais proporções, que seria preciso impedir a publicação disso por todos os meios. Podemos ver muitos sábios eminentes de nossos dias juntarem-se aos “Homens de Preto”.

Percebeu-se, com efeito, que tais descobertas consideradas muito perigosas para serem reveladas, existem tanto nas ciências exatas, como nas ciências ditas falsas, isto é, aquelas que chamo de paraciências.

Mas, há muito tempo que a destruição sistemática de livros e documentos contendo descobertas perigosas tem sido praticada, antes ou no momento mesmo da publicação. E tem sido assim ao longo da história. E é isto que tentaremos demonstrar.