segunda-feira, 22 de outubro de 2012

As fases da Lua - Maria Stella Alves de Carvalho


Postando um trabalho referente as fases da Lua, um estudo de caráter esotérico feito por Maria Stella Alves de Carvalho. Ela é membro da Sociedade Brasileira de Eubiose e apresentou este trabalho pela primeira vez numa palestra na Convenção de Fevereiro de 1991. O tema é parte de um estudo a que ela vem se dedicando há anos. Aproveito a oportunidade pra agradecer a amiga Claudia Maria Bulhões que me apresentou este trabalho.

"O nosso propósito é justamente fazer um estudo do movimento da Lua e da formaquaternária que ela lança a sua influência sobre a Terra e os seus filhos. São quatro etapas evolutivas, cada uma se processando nos sete estados de consciência do ser, completando o valor 28. É um movimento que ser repete nos sucessivos e intermináveis Ciclos Solares de doze meses." Maria Stella Alves de Carvalho

As fases da Lua e as bases Neuro-Fisiológicas da Transformação

Por: Maria Stella Alves de Carvalho

Esta aula foi desenvolvida através do trabalho e pesquisa realizados por Maria Stella Alves de Carvalho. Maria Stella pertence à Sociedade Brasileira de Eubiose e apresentou este trabalho pela primeira vez numa palestra na Convenção de Fevereiro de 1991. Este tema é parte de um estudo a que ela vem se dedicando há anos.

Este estudo tem como base a Lua. A Lua é o mais antigo modelo do Princípio Feminino. Desde há muito tempo, diversos povos vêm associando:

Sol -> Princípio Masculino -> Pai
Lua -> Princípio Feminino -> Mãe

O Sol como Pai, a Lua como Mãe e nós podemos acrescentar a Terra como Filho(a).

Se por um lado associamos a Lua com o Raio Planetário, com o 2º Diani, com os princípios da maternidade, podemos também, nos referirmos a ela como um Astro negativo, ligado ao nosso passado, a queda lunar. É comum falarmos e ouvirmos falar sobre as influências negativas da lua. O objetivo deste estudo é atualizarmos nosso pensamento arcaico e preconceituoso com relação ao nosso astro noturno, substituindo o crer pelo saber. E aprofundarmos os nossos conhecimentos para sabermos as influências que ela exerce em nossas vidas, e a partir daí nós teremos nossa Transformação, isto é, nós poderemos buscar a nossa transformação de uma forma mais consciente. Temos, portanto:

Crer -> Saber -> Transformação

O objetivo é estudarmos a qualidade da força que age no nosso interior e que nos torna perceptivos, sensíveis, criativos, harmoniosos. A Lua é dual. O princípio feminino é dual. Vamos fazer um estudo também dual:

Um estudo Vertical - pensando na Lua como o modelo da Grande Mãe, aquela que traz do céu para a Terra a possibilidade de evolução dos seus filhos. ↓

E um estudo horizontal - Caminhando no tempo e associando a Lua desde a cadeia lunar até os nossos dias, aquela força que nos faz tropeçar a todo instante nos impulsos de nosso cérebro, que guarda a memória de toda a nossa ancestralidade. ↔

É interessante colocarmos aqui, que mesmo as pessoas mais inteligentes, cultas, refinadas e sábias possuem na sua estrutura cerebral aquilo que a ciência chama de Cérebro Primitivo. O cérebro primitivo é que explica os nossos comportamentos incontroláveis, impulsivos, repetitivos. Justifica a causa deste impulsos mas não nos torna menos responsáveis por eles, porque sobre esta estrutura arcaica ( ↔ ) incidiu um potencial evolutivo ( ↨ ). Para que nós possamos prosseguir sem problemas vamos nos deter um pouquinho e fazermos uma colocação a respeito do movimento da Lua no espaço. Estas colocações vão ser importantes mais tarde:

Lua - a Lua é o corpo celeste mais próximo da Terra. Ela é visível por refletir a luz solar. Ela gira em torno da Terra e completa a volta em 28 dias.

Lua Cheia - na Lua Cheia, a Terra encontra-se entre o Sol e a Lua e o disco lunar voltado para a Terra esta totalmente iluminado.

Lua Nova - na Lua Nova, a Lua está entre o Sol e a Terra e o hemisfério lunar voltado para a Terra está na mais completa escuridão.

Quarto Crescente - depois da Lua Nova uma estreita faixa da Lua vai se iluminando e transforma-se no Quarto Crescente
Quarto Minguante - após a Lua Cheia o disco vai se transformando até tornar-se Quarto Minguante.

A fase da Lua Nova corresponde ao trecho de órbita no qual a Lua mais se aproxima do Sol. O hemisfério da Lua voltado para a terra está na escuridão e a claridade tênue da Lua provém da Terra. É a Terra refletindo o brilho solar na Lua.
O nosso propósito é justamente fazer um estudo do movimento da Lua e da forma quaternária que ela lança a sua influência sobre a Terra e os seus filhos. São quatro etapas evolutivas, cada uma se processando nos sete estados de consciência do ser, completando o valor 28. É um movimento que ser repete nos sucessivos e intermináveis Ciclos Solares de doze meses.

Nós sabemos que possuímos em nossa essência registros de nossas vidas passadas. Nós possuímos registros inclusive da queda lunar, da destruição da Atlântida e de todas as outras quedas de que temos conhecimento. No nosso cotidiano, o que aparecem são as escandas e nidanas, mas no nosso inconsciente nós carregamos culpas relacionadas com todas essas quedas e com os erros de nossas vidas passadas, possuímos complexos antiquíssimos. É sobre essa memória arcaica que a Lua vai exercer a sua influência tanto no pessoal como no coletivo. Mas vamos ver como funciona este processo em cada um de nós:

A cada Lua Nova, uma de nossas facetas, um dos papéis que desempenhamos numa vida passada, ou na presente, é reativado para que possamos perceber quanto conseguimos obter de controle do nosso Mental, sobre o nosso Emocional. Este conteúdo psíquico que está sendo reativado se apresenta de uma forma sutil, e não conseguimos perceber a não ser através de impressões e sensações.

Na Lua Crescente é que vai haver o início da percepção; o que acontecer nessa fase é um alerta, é aqui que se dá normalmente uma crise de conscientização, sem nunca esquecer o dito popular: “É de pequeno que se torce o pepino”. Porque quanto maior o controle que nós conseguirmos exercer sobre os nossos impulsos negativos, durante esse período, mais fácil será a fase seguinte.

Na Lua Cheia é a fase da manifestação. O que não foi dominado na fase anterior dificilmente será nesta fase. É o momento da exteriorização, da materialização daquilo que assimilamos até o momento. Conforme utilizarmos o nosso livre arbítrio, neste período, no próximo ano, nesta mesma lunação, nós teremos ou não a repetição dos impulsos emocionais e dos fatos que desencadearam aqui.

Na Lua Minguante é o período em que minguamos com a Lua em oportunidade de resolver conflitos, é o momento adequado para a limpeza das ervas daninhas, desde o campo mental até o campo físico. É o momento de preparação para a próxima Lua Nova, cada vez mais conscientes.

Quando se inicia um novo ciclo, quando se dá a próxima Lua Nova, é um outro conteúdo psíquico que vai ser despertado e aquele que ficou para traz só vai se repetir (esta repetição depende de nós), num próximo ciclo solar. A fase da Lua Nova é uma fase muito especial e nós devemos tratá-la com muito cuidado, neste momento é como se a Lua estivesse minando a sua filha Terra. É um momento de reflexão, de assimilação, é o momento em que a Lua mais se aproxima do Sol.

No dia da mudança de Lua nós deveríamos, se possível, nem sair de casa, não ter contato com o mundo exterior. Mas como nem sempre isto é possível, nós devemos neste dia evitar dar força ao nosso lado negativo, não é momento de extravasar Emoções, vamos deixar para colocar as nossas Emoções na Lua Cheia.

Quando o nosso lado negativo ganha muita força na Lua Nova, ao chegarmos na fase Crescente e Cheia, nós podemos colher frutos bem pouco saborosos. E se este desequilíbrio for forte o suficiente para acentuar a próxima Lua Nova, no final de um certo período de tempo nós poderemos colher fatalidades. O processo é todo encadeado.

Esta influência que a Lua exerce sobre nós, dentro de suas diferente fases, e estes conhecimentos, ajudam-nos a trabalhar de forma mais consciente a nossa transformação. Mas antes de finalizar sugerimos um método prático para acelerar este processo. (método da psico-pedagoga Maria Stella). O primeiro aspecto desse processo é iniciático:

É a vivenciação dos conhecimentos Superiores e a participação nos Rituais da Yoga Universal; os quais têm uma importância Cósmica. São momentos em que os impulsos dinâmicos mobilizam a transformação da humanidade como um todo. A participação num processo de reconstrução coletiva do caráter, da cultura, dos costumes, nos auxiliará a processar essa reconstrução em nossas vidas - se assim o quisermos.

O segundo aspecto é um procedimento terapêutico e obriga o praticante a um empenho pessoal para a auto-observação e auto-análise. Esse processo pode ser iniciado em qualquer Lua Nova, porém tornar-se-á mais rico se o seu início coincidir com o início do Ciclo Solar, em 21 de março. Resumidamente o processo é este:

a) Anotações diárias durante 14 dias, dos principais acontecimentos que envolvem a vida cotidiana incluindo sonhos, sensações, impressões, resistências. Durante a fase crescente poderemos transformar as impressões, as intuições em constatações e durante a fase cheia em fatos. Poderemos também separar a fantasia da realidade.

b) No 1º dia da Lua Cheia ela sugere uma expansão de nossa energia com uma expressão artística, desenhar ou pintar de preferência com Aquarela, uma árvore, esta árvore deverá ser feita num círculo de 25 cm de diâmetro numa folha de papel branco próprio para desenho.

A escolha da árvore não está vinculada ao teste psicológico da árvore, tanto que não deve ser interpretada por ninguém, mas contemplada unicamente pelo seu autor, ao lado das anotações feitas durante os 14 dias das fases Nova e Crescente. A árvore é um desenho de nós mesmos, é um símbolo do ser crescendo, plantado no chão, na matéria enquanto absorve energia do Cosmos. (extraindo da Terra e absorvendo os Cosmos)

Esta é uma forma de transformação consciente. Ou nós evoluímos cumprindo o nosso carma e nos submetemos as nossas tendências negativas ou nós buscamos nossa evolução pela cabeça, pela inteligência. O professor Henrique José de Souza apagou muito dos registros coletivos relacionados com as quedas lunares e a destruição da Atlântida para que a evolução se processasse mais rapidamente, mas somos nós que devemos fazer o trabalho individual. Para que cheguemos a vencer o Arcano XVIII (da Lua), para que possamos usufruir o lado positivo de nossas vidas.

As pessoas assim transformadas compreenderão que a Lua não é, em essência nem boa nem má, mas um estado de ser planetário refletido no ser humano. E ainda sobre a Lua:

“Árvore forte e frondosa, cujos frutos de Amor e Sabedoria nutrem a humanidade. Chama crepitante que ilumina a fronte dos que evoluem pelos seus próprios esforços”.

“Imaculada Conceição, aquela que esmaga sob seus pés a serpente venenosa. A estrela bendita caída dos céus para iluminar os filhos da Terra”.

Salmo 131 – para a nossa cura ou de outras pessoas

Está é a orientação do Professor para o Salmo 131 que é indicado para a nossa cura ou de outras pessoas, segundo a Revelação de 25/11/1951.

“O Salmo 131 (‘Salvai-me, Senhor de Davi...etc’), dá o dom de curar a si mesmo e aos outros (a ‘Taumaturgia’, a que eu me referi em ensinamentos anteriores aos Salmos, como exigência para todos os Munindras)”

- Dizer:

“Deus está na mente e no coração daqueles que nele confiam. Tu vais ficar curado porque Deus em mim, hoje e sempre, deseja a tua cura. Mas é preciso que tu fiques também curado das tuas mazelas kármicas. Tu tens que prestar o juramento de não mais reincidir no erro”.

- Evocar a pessoa e ler o Salmo 131 com imposição de mãos:
- Você pode evocar a pessoa (trazê-la para você) e também pode ir até ela








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