sábado, 25 de agosto de 2012

Abaixo o Baixo Astral



Por: Ernani Eustáquio de Oliveira 

É muito comum ouvirmos as frases e exortações: “ih, abandone esse baixo astral, ponha de lado essa negatividade; levante a cabeça, bola pra frente!”

O que significa isto? 

Bom, ensina-nos o Esoterismo que existem, nesse nosso mundo,  quatro planos, manifestos, digamos assim, de existência. Eles se entremeiam como ar e vapor d’água e ocupam o mesmo espaço. São todos materiais, isto é, constituído de átomos e moléculas. Grande parte, entretanto, dos nossos ditos homens de Ciência, à exceção de uns poucos, estes, sim, sábios e de mente aberta, negam isto, porque atêm-se somente ao limitado plano de nossa percepção física.

Para fins de nossa abordagem, vamos circunscrever-nos a somente dois desses planos. São eles: o plano físico e o plano astral.

O plano físico é o plano ao alcance da percepção de toda a humanidade física, desse nosso mundo. As formas nele manifestas são sensíveis aos sentidos físicos humanos (visão, audição, paladar, tato e olfato). Ele se situa numa faixa de vibração molecular, perceptível pela humanidade que habita a Terra. 

Além dele, ou a um nível acima dele, digamos assim, está o plano astral. As vibrações moleculares, deste plano, da matéria nele organizada não estão ao alcance da percepção do homem comum (são alcançadas somente por uma pequena gama de pessoas com sensibilidades especiais). Essa informação aqui exposta não encontrará respaldo na maioria das opiniões dos ditos homens de Ciência de nosso tempo, cujo campo de pesquisa e mente atêm-se somente ao mundo físico, incapazes, até por limitação de visão, de ir além. 
O plano astral é uma espécie de reflexo do plano físico, e, quando as coisas manifestam-se ou expressam-se no mundo físico, elas já tiveram origem no plano astral. Ambos, astral e físico são uma espécie de caixa de ressonância com duas camadas: as coisas que têm início no plano astral, reverberam no plano físico e vice-versa. 

Segundo o Esoterismo, tudo, no mundo, é vivo. A Vida é absoluta e não é circunscrita à matéria orgânica ou a somente o que é animado. Nós somos, neste contexto, verdadeiros dínamos e, por nossa vontade e nosso arbítrio, estamos, todo o tempo, produzindo energia. Somos fontes bioemissoras de energia. Nós pensamos o tempo todo, e isto é a fonte original de energia, energia esta, que revigorada pela emoção e pela vontade, é por elas sustentada. É comum esta energia tomar conta dos ambientes e, enquanto ela for alimentada ela sobrevive, até que se dissolve por completo. Como temos sensibilidade, nós somos afetados por essa energia, uma ação da chamada lei de afinidade, isto é, se nossa frequência vibratória estiver ao alcance da energia dominante, ela irá nos afetar. Essa energia do ambiente recebe o nome grego de Egrégora, e quem a alimenta são os frequentadores desse ambiente. Por conseguinte, imagine se você, em sua casa, ou em seu ambiente de trabalho, só fica emitindo pensamentos de pessimismo, de amargura, de tristeza, de desânimo, você estará alimentando uma Egrégora com esse padrão energético, e é isto que é o Baixo Astral. Quem adentrar o ambiente criado por você, se estiver num nível vibratório baixo, será tranquilamente absorvido e deixar-se-á afetar pelo campo energético vigente...

Existem Egrégoras nos bares, nos shows, nas igrejas, em suma, nos ambientes onde é comum a aglomeração costumeira de pessoas.

De posse dessa informação, você agora sabe que você é o responsável pelo seu meio ambiente. Você pode conservá-lo limpo e higienizado, tanto física, quanto psiquicamente, quanto poluído e sujo. Nada melhor, para eliminar o Baixo Astral, do que uma atitude firme e enérgica, de otimismo, alegria, de amor e de elevação espiritual. 


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Com exclusividade para o nosso blog.

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